Formação de acordes Menores

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Formação de acordes Menores


1°, 3°M , 5° grau

O acorde é formado por 3 tons ou grau
vamos usar a escala de dó para entender melhor

Dó-------T
Dó#
------
Ré#-----3°M
Mi
-------
Fá#
Sol-------
Sol#
La--------
La#
Si--------
-------
Dó#

um acorde de
CM= dó menor
seguindo a logica de 1°, 3°M e 5° grau
um acorde de dó menor seria formado por

Dó, Ré#, Sol.

pois Dó é a 1° Ré# a 3°M e Sol a 5°
essa é a formação de acordes menores

lembrando você tem que gravar as
notas do braço pra executar com precisão

Formação de acordes Maiores

Formação de acordes Maiores


1°, 3°, 5° grau

O acorde é formado por 3 tons ou grau
vamos usar a escala de dó para entender melhor

Dó----T
Ré----2°
Mi----3°
Fá----4°
Sol----5°
La----6°
Si-----7°
Dó----8°


um acorde de
C= dó
seguindo a logica de 1°, 3° e 5° grau
um acorde de dó seria formado por

Dó, Mi, Sol.

pois Dó é a 1° Mi a 3° e Sol a 5°
essa é a formação de acordes maiores

lembrando você tem q gravar as
notas do braço pra executar com precisão

Escala pentatônica

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pentatônica maior

A escala pentatônica maior, mais usada, é aquela derivada da escala maior (ou jônica, iônica) quando tiramos o 4º e o 7º grau. Exemplo de escala pentatônica maior em Dó (C):

C D E G A (ou Dó Ré Mi Sol La) ⇒ repare que as as notas F (Fá) e B (Si) da escala maior natural foram suprimidas

T 2 3+ 5 6 ⇒ graus da escala

Obs: qualquer escala de 5 notas com a terça maior poderia ser considerada como uma pentatônica maior, porém esta é a forma mais comum.


Pentatônica menor

O mesmo raciocínio feito para a construção da escala pentatônica maior pode ser feito para construir a pentatônica menor que é baseada na escala menor natural, porém sem o 2º e o 6º grau. Veja o exemplo de uma escala pentatônica menor em Dó (C):

C Eb F G Bb (ou Dó Mib Fa Sol Sib)

T b3 4 5 b7

  • Obs: qualquer escala de 5 notas com a terça menor poderia ser considerada uma pentatônica menor porém esta é a mais usada.

Esta é a escala preferida pelos músicos de blues, rock e metal. Nela podemos incluir, ainda, uma sexta nota, no grau b5, também chamada de blue note, formando assim uma escala típica do blues.


Outras escalas pentatônicas

Como já foi dito, podemos montar escalas pentatônicas bastando, para isto, pegar 5 notas distintas quaisquer.Pentas menores:


Pentas menores: C Eb F G Bb ⇒ penta menor com sonoridade próxima da escala menor natural C Eb F Ab Bb ⇒ penta menor com sonoridade próxima da escala frígia C Db F G Bb ⇒ penta menor com sonoridade japonesa C Eb F G A ⇒ penta menor com sonoridade jazz C Eb F A Bb ⇒ penta menor com sonoridade alterada

C

C Eb F G Bb ⇒ penta menor com sonoridade próxima da escala menor natural C Eb F Ab Bb ⇒ penta menor com sonoridade próxima da escala frígia C Db F G Bb ⇒ penta menor com sonoridade japonesa C Eb F G A ⇒ penta menor com sonoridade jazz

C Eb F A Bb ⇒ penta menor com sonoridade alterada

Eb F G Bb ⇒ penta menor com sonoridade próxima da escala menor natural

C Eb F Ab Bb ⇒ penta menor com sonoridade próxima da escala frígia

C Db F G Bb ⇒ penta menor com sonoridade japonesa C Eb F G A ⇒ penta menor com sonoridade jazz

C Eb F A Bb ⇒ penta menor com sonoridade alterada entas maiores

C D E G A ⇒ penta maior com sonoridade próxima da escala maior natural C D E G Bb ⇒ penta maior com sonoridade próxima da escala mixolídia

C D E Gb A ⇒ penta maior com sonoridade jazz ou lídio Pentas maiores

C D E G A ⇒ penta maior com sonoridade próxima da escala maior natural

C D E G Bb ⇒ penta maior com sonoridade próxima da escala mixolídia

C D E Gb A ⇒ penta maior com sonoridade jazz ou lídio

Pentas maiores

C D E G A ⇒ penta maior com sonoridade próxima da escala maior natural

C D E G Bb ⇒ penta maior com sonoridade próxima da escala mixolídia

C D E Gb A ⇒ penta maior com sonoridade jazz ou lídio

Aplicações

  • As escalas pentatônicas maiores e menores são as escalas mais estáveis pois não possuem intervalos de semitom e por isso são facilmente reproduzidas vocalmente, podendo ser cantadas
  • As escalas pentatônicas são mais ambíguas do que as escalas diatônicas de 7 notas e por isso são boas opções para o improviso,assim para um mesmo acorde podemos escolher várias pentas que soarão bem com ele…
  • Invertendo as notas desta mesma escala pentatônica maior temos outras quatro escalas pentatônicas. Assim a escala penta maior de C começada na nota A formará a escala penta menor de A.
  • Na guitarra ou violão podemos memorizar facilmente os 5 padrões ou shapes formados por cada inversão da escala pentatônica e usá-los para o improviso
  • No blues é comum usarmos a pentatônica menor para improvisar sobre um acorde dominante maior. Por exemplo, podemos improvisar com a penta menor de Lá (A) no acorde A7 (lá maior dominante).

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


Escala Diatônica

Todas as escalas musicais empregadas na música ocidental não passam de variantes da escala diatônica. Ela teve origem na antiga Grécia.

O sábio grego Pitágoras acreditava que tudo no universo está governado pelos números. Ele notou que, quando uma corda esticada é posta em vibração, ela produz um certo som. Se o comprimento da corda vibrante for reduzido à metade, um som mais agudo é produzido, que guarda uma relação muito interessante com o primeiro. Para entender melhor o que Pitágoras fez, vamos pensar na corda dó de uma viola ouvioloncelo moderno. Quando submetida a uma certa tensão, se a corda vibra em toda a sua extensão, ela produz um som de uma certa frequência, que se convencionou chamar de dó. O instrumentista varia o comprimento da corda vibrante, pondo o dedo em certas posições na corda. O que Pitágoras fez foi dividir a corda segundo a sequência de frações {1\over 2}, {1\over 3}, {1\over 4}, {1\over 5}. Assim foram obtidas as notas que hoje nós chamamos dó, sol, fá, mi.

Cordado1.jpg

Como a frequência do som produzido por uma corda vibrante é inversamente proporcional ao comprimento da corda, se atribuimos o valor 1 à frequência fundamental da corda, as frequências das outras notas que acabamos de obter resultam: mi = {5\over 4}, fá = {4\over 3}, sol = {3\over 2}.

Assim, as notas musicais são geradas a partir de relações de números simples com a frequência fundamental. Ao multiplicarmos a frequência de uma nota por 2, obtemos uma outra nota que recebe o mesmo nome da anterior. Se multiplicamos a frequência por {3\over 2}, obtemos uma nota que guarda com a anterior uma relação harmônica tão interessante que ela recebe um nome especial: a dominante.

É claro que uma escala musical com só quatro notas como a que obtivemos acima é muito pobre, mas a verdade é que todas as notas musicais podem ser geradas a partir da dominante. Por exemplo, se quisermos saber qual é a dominante do mi, só precisamos multiplicar a frequência do mi por {3\over 2}:

{5\over 4} * {3\over 2} = {15\over 8}; obtivemos assim uma outra nota, que chamamos de si.

Se multiplicarmos a frequência do fá por {3\over 2} obteremos a própria nota dó, provando assim que a dominante do fá é dó: {4\over 3} * {3\over 2} = 2

Já sabemos que sol é a dominante de dó; para saber qual é a dominante do próprio sol, fazemos {3\over 2}*{3\over 2}={9\over 4}. Obtemos então uma nota mais aguda que o segundo dó; dividindo sua frequência por 2 (para que ela fique na primeira gama que estamos tentando preencher), {9\over 4}*{1\over 2}={9\over 8} - obtemos assim uma outra nota, que vamos chamar de ré.

Assim, seguindo o método acima, procurado achar a dominante de cada nota obtida (multiplicando sua frequência por 3/2), acabamos por obter a escala diatônica completa:

misolsi
19/85/44/33/25/315/82
VVVVVVV
9/810/916/159/810/99/816/15

Percebemos que a dominante é o quinto grau da escala. Uma quinta acima do dó está o sol; uma quinta acima do sol está o ré; uma quinta acima do ré está o lá; assim, seguindo o ciclo das quintas, obtemos todas as notas da escala diatônica e retornamos ao dó.

Para sabermos em que ponto da corda dó o instrumentista deve pôr o dedo para obter as notas sucessivas da escala diatônica, basta olharmos a figura abaixo:

Cordado2.jpg


Intervalos

O intervalo entre duas notas é definido da seguinte maneira: se a frequência de uma nota é f1, e a da outra é f2, então o intervalo entre elas é a razão \frac{f_2}{f_1}. Se esta razão for igual a 2, o intervalo é chamado de oitava justa. Outros intervalos também recebem nomes especiais: {3\over 2} =quinta justa, {4\over 3} = quarta justa, {5\over 4} = terça maior, {6\over 5} = terça menor, {9\over 8} = tom maior, {10\over 9} = tom menor, {16\over 15} = semitom. O intervalo entre o tom maior e o tom menor, igual a 81/80, é chamado uma coma pitagórica, e é considerado o menor intervalo perceptível pelo ouvido humano.


Formação das escalas maiores

A escala que acabamos de obter também se chama a escala de dó maior. Se tivéssemos começado com a corda sol de um instrumento musical, e fizéssemos a mesmíssima divisão da corda que fizemos acima, obteríamos não mais a escala de dó maior, mas sim a escala de sol maior. A escala que criamos acima tem a seguinte distribuição de intervalos:

misolsi
VVVVVVV
tomtomsemitomtomtomtomsemitom

Suponhamos que queremos formar uma escala que soe melodicamente igual à escala de dó maior, mas começando na nota sol.

solsimisol
VVVVVVV
tomtomsemitomtomtomsemitomtom

A escala acima não soa melodicamente igual à escala de dó maior, e é fácil ver porque. A distribuição dos semitons não é a mesma. Para que isto aconteça, uma nota da escala tem que ser alterada. Mais precisamente, o fá tem que subir um pouco para ficar mais próximo do sol e mais longe do mi. Ou seja: dizemos que o fá tem que virar fá sustenido. Resolvendo uma equação, acharemos facilmente que precisamos multiplicar a frequência desta nota por 25/24.

Definição: Sustenir uma nota é multiplicar sua frequência por 25/24.

Similarmente, se quisermos criar uma outra escala que soe melodicamente igual à escala de dó maior, mas começando na nota fá, veremos que teremos que alterar uma nota da escala. Mais precisamente, o si vai ter que virar si bemol.

Definição: Bemolizar uma nota é multiplicar sua frequência por 24/25.


Fontes wikipedia

Programas...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009




Armônico Artificial

domingo, 28 de junho de 2009


Como Ler Tablaturas

sábado, 16 de maio de 2009

O que são tablaturas?
Tablatura (tablature ou tabulature ou tab em inglês) é um método usado para transcrever música que pode ser tocada em instrumentos de corda como violões, guitarras e baixos, e também em outros instrumentos como gaita e bateria. Ao contrário das partituras que exigem maior conhecimento de música e bastante treino, as tablaturas são voltadas para o músico iniciante ou prático.

Uma partitura indica quais notas devem ser tocadas, a duração de cada nota, a velocidade com que deve ser tocada e etc. Exigem muita prática e um conhecimento apurado de música. Indicando a nota que deve ser tocada a partitura não diz onde esta nota se localiza no braço do instrumento ou no teclado. A partitura serve para transcrever músicas para qualquer instrumento, seja de sopro, de cordas, de percussão, etc. Outra vantagem das partituras é que permitem que o músico que nunca tenha ouvido a música a toque exatamente como previsto (desde que saiba ler fluentemente partituras, o que obviamente exige geralmente anos de treino).

Já uma tablatura, método de transcrição que serve apenas para instrumentos de corda como violões, baixos e guitarras, não indica diretamente a nota que deve ser tocada e sim qual corda deve ser ferida e em qual traste. Obviamente torna-se assim muito mais útil ao músico iniciante ou prático. Por outro lado a tablatura tem a grande desvantagem de exigir que o músico conheça a música que deseja tocar visto que a mesma indica geralmente apenas as notas e não a duração de cada uma ou o tempo da música.

Além das notas a serem feridas a tablatura irá indicar quando devem ser usadas técnicas como bends, slides, hammer-ons, pull-offs, harmônicos e vibrato.

Como ler tablaturas?
O conceito básico da tablatura é apresentar no papel um conjunto de linhas que representam as cordas do instrumento. Sendo assim para uma guitarra ou violão comum você terá seis linhas, para um baixo de quatro cordas terá quatro linhas, para um baixo de cinco cordas cinco linhas, para uma guitarra de sete cordas sete linhas e assim por diante. Geralmente nos exemplos mostrados aqui usaremos tablaturas de seis linhas para guitarra mas o principio é o mesmo para qualquer quantidade de cordas.

Uma tablatura vazia de guitarra ou violão apresenta-se da seguinte forma:

E--------------------------------------------------------
B--------------------------------------------------------
G--------------------------------------------------------
D--------------------------------------------------------
A--------------------------------------------------------
E--------------------------------------------------------

A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi mais grossa) e a linha de cima representa a corda mais fina (mi mais fina). De cima para baixo as linhas representam as cordas mi, si, sol, re, la, mi.

Uma tablatura vazia de baixo (quatro cordas) apresenta-se da seguinte forma:

G--------------------------------------------------------
D--------------------------------------------------------
A--------------------------------------------------------
E--------------------------------------------------------

A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi) e a linha de cima representa a corda mais fina (sol). De cima para baixo as linhas representam as cordas sol, ré, lá, mi.

Números escritos nas linhas indicam em que traste as respectivas cordas devem ser apertadas ao serem feridas. Número 0 indica corda solta. As notas devem ser lidas da esquerda para a direita.

E--------------------------------------------------------
B--------------------------------------------------------
G--------------------------------------------------------
D--------------------------------------------------------
A--------------------------------------------------------
E---0--1--2--3-------------------------------------------

O exemplo acima indica as seguinte notas (uma de cada vez) na ordem:

- corda mais grossa deve ser tocada solta (0)
- depois a mesma corda deve ser tocada no primeiro traste (1)
- depois a mesma corda deve ser tocada no segundo traste (2)
- depois a mesma corda deve ser tocada no terceiro traste (3)

E--------------------------------------------------------
B--------------------------------------------------------
G---------0--------1--0----------------------------------
D---0--3-----0--3----------------------------------------
A--------------------------------------------------------
E--------------------------------------------------------

O exemplo acima é o início do riff de Smoke On The Water da banda Deep Purple e deve ser tocado da seguinte forma:

- terceira corda (re) tocada solta (0)
- terceira corda (re) tocada no terceiro traste (3)
- quarta corda (sol) tocada solta (0)
- terceira corda (re) tocada solta (0)
- terceira corda (re) tocada no terceiro traste (3)
- quarta corda (sol) tocada no primeiro traste (1)
- quarta corda (sol) tocada solta (0)

Nos exemplos acima as notas são tocadas uma de cada vez. Quando duas ou mais notas (obviamente em duas ou mais cordas) devem ser tocadas de uma só vez (formando um acorde) a indicação é conforme abaixo:

E----3--------------------------------------------------
B----3--------------------------------------------------
G----4--------------------------------------------------
D----5--------------------------------------------------
A----5--------------------------------------------------
E----3--------------------------------------------------

Note que este é um acorde sol maior. Note que estando na mesma coluna as notas devem ser tocadas todas de uma só vez indicando um acorde. Apenas devem ser tocadas as cordas marcadas (no exemplo acima todas). Uma linha vazia indica que a corda não deve ser tocada. Um número zero indica que a corda deve ser tocada solta. Embora possam indicar acordes o mais comum é que as tablaturas sejam usadas para solos ou riffs enquanto os acordes são indicados por cifras.

Embora de maneira geral as tablaturas não indiquem o tempo de duração das notas e o intervalo entre elas, o espaçamento entre as colunas pode ser usado para dar alguma idéia sobre tempo e duração conforme o exemplo abaixo. Tratam-se das primeiras notas do hino nacional americano. Note o espaço maior que indica a pausa.

E-----------------------0--------4--2-0-------------------
B---0--------------0---------------------------------0----
G------1------1----------------------------1----3---------
D--------2------------------------------------------------
A---------------------------------------------------------
E---------------------------------------------------------

Notações usadas em tablaturas
Além dos números que apenas indicam qual corda deve ser ferida em qual casa (traste) existem algumas letras e simbolos comumente usadas para notar determinadas técnicas. Essas notações podem variar um pouco de autor para autor mas as mais comuns são:

h - fazer um hammer-on
p - fazer um pull-off
b - fazer um bend para cima
r - soltar o bend
/ - slide para cima (pode ser usado s)
\ - slide para baixo (pode ser usado s)
~ - vibrato (pode ser usado v)
t - tap
x - tocar a nota abafada (som percusivo)

Notação de Hammer-Ons
Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita.

E--------------------------------------------------------
B--------------------------------------------------------
G--------------------------------------------------------
D--------------------------------------------------------
A---------5h7-----------5h7---------------------------
E---0--0----------0--0---------------------------------

No exemplo acima após ferir a corda grossa solta duas vezes o músico deverá ferir a segunda corda na quinta casa e imediata e vigorosamente apertar a mesma corda (segunda) duas casas a frente (sétimo traste), fazendo a corda soar apenas com a martelada e sem auxílio da mão direita. Depois repita a sequência.

Notação de Pull-Offs
Pull-Offs são de certa forma o inverso de um hammer-on e consistem em soltar rapidamente uma corda fazendo com que a mesma soe solta (ou apertada em um traste anterior).

E----3p0-----------------------------------------------
B---------3p0------------------------------------------
G--------------2p0-------------------------------------
D-------------------2-----------------------------------
A--------------------------------------------------------
E--------------------------------------------------------

No exemplo acima o primeiro pull-off na corda mais fina consiste em ferir a corda apertada no terceiro traste e soltá-la rapidamene para que soe solta. Posteriormente um pull-off identico é feito uma corda acima e assim por diante. Note que o terceiro pull off é feito a partir do segundo traste.

Hammer-ons e pull-offs costumam ser usados em conjunto como indicado abaixo:

E--------------------------------------------------
B--------------------------------------------------
G---2h4p2h4p2h4p2h4p2h4p2-------------
D--------------------------------------------------
A--------------------------------------------------
E--------------------------------------------------

Neste caso a corda deve ser ferida na segunda casa, imediatamente apertada na quarta casa (hammer-on), imediatamente solta da quarta casa (soando novamente na segunda, pull-off), novamente apertada na quarta e assim por diante. Note que a mão direita do música só irá ferir a primeira nota... todas as outras são tocadas apenas com os hammers-ons e pull-offs da mão esquerda no braço.

Notação de bends
Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e consequentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.

E------------------------------------------------------
B------7b9-------------------------------------------
G------------------------------------------------------
D------------------------------------------------------
A------------------------------------------------------
E------------------------------------------------------

No exemplo acima a corda (re) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa. O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).

E------------------------------------------------------
B------7b9--9r7-------------------------------------
G------------------------------------------------------
D------------------------------------------------------
A------------------------------------------------------
E------------------------------------------------------

No exemplo acima é indicado depois do bend inicial que ele deve ser soltado. O músico deve ferir a corda na sétima casa, fazer um bend de um tom inteiro (equivalente a subir duas casas), ferir novamente a corda e soltar o bend (de forma que a corda volte a sua posição e nota originais).

Outros exemplos: bends podem ser de meio tom (7r8, equivalente a uma casa), de um quarto de tom (7r7.5, equivalente a meia casa) e assim por diante. É comum não ser indicado o valor (7b por exemplo) e nestes casos é preciso ouvir a música para saber o valor do bend.

Notação de Slides
Um slide consiste em fazer deslizar um dedo da mão esquerda pelo braço enquanto uma corda soa gerando uma variação do tom.

E------------------------------------------------------
B------7/9--------------------------------------------
G------------------------------------------------------
D------------------------------------------------------
A------------------------------------------------------
E------------------------------------------------------

O exemplo acima indica que a corda deve ser ferida na sétima casa e imediatamente o dedo que aperta a corda nesta casa deve deslizar para a nona casa enquanto a nota continua soando (aumentando portanto um tom).
Não necessariamente o início e o fim de um slide precisam ser indicados:

E------------------------------------------------------
B------/7--7\-----------------------------------------
G------------------------------------------------------
D------------------------------------------------------
A------------------------------------------------------
E------------------------------------------------------

Neste caso a nota deve inicialmente ser ferida em alguma das primeiras casas e deslizada até a sétima casa, posteriormente sendo deslizada de volta para as primeiras casas. Novamente é necessário conhecer a música que se deseja tocar de forma a saber o tamanho do slide.

Vários slides podem ser usados seguidos como indicado abaixo. Apenas a primeira nota precisa ser ferida.

E-------------------------------------------------------
B------7/9/11\9\7\6\7------------------------------
G-------------------------------------------------------
D-------------------------------------------------------
A-------------------------------------------------------
E-------------------------------------------------------

Notação de Vibrato
O vibrato é o efeito de variação de tom conseguido com a alavanca ou mesmo através de pressão variável do dedo sobre a corda no braço do instrumento (vide músicos de blues).

E------------------------------------------------------
B------------------------------------------------------
G------------------------------------------------------
D-------2--5~----------------------------------------
A----3-------------------------------------------------
E------------------------------------------------------

Neste caso a última nota deve sofrer vibrato. É necessário conhecer a música em questão para saber como este vibrato deve ser efetuado.

Notação de Tap
Tap ou tapping consiste em fazer soar notas feridas com a mão direita apertando as cordas nos trastes. É técnica geralmente usada por guitarristas rápidos como Eddie Van Hallen entre outros. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento.

E------------------------------------------------------
B----13t----------------------------------------------
G---------12t-----------------------------------------
D--------------12t------------------------------------
A------------------------------------------------------
E------------------------------------------------------

No exemplo acima as notas devem ser feridas pela mão direita do músico simplesmente apertando as cordas vigorosamente nos trastes indicados.

Outras notações
Notações extras necessárias em determinadas músicas e/ou técnicas são comuns mas não padronizadas, sendo geralmente explicadas na própria tablatura em texto anexo. Variações das notações acima também são bastante comuns.